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Direção Artística

JorgeCamposJORGE CAMPOS

JORGE CAMPOS[n. 02-07-1969, em Eiriz –Paços de Ferreira/Porto].

A par da execução de Trompete na(s) Banda(s) Militar(es) do Exército, estudou Percussão (Conservatório Nacional de Música de Lisboa como Professor Carlos Voss), Direção de Coro/Orquestra (Escola Superior de Música de Lisboa com os Professores Roberto Pérez e Christopher Bochmann) e Composição (Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo–Porto, com os professores Cândido Lima, Filipe Pires, Virgílio Melo, Carlos Guedes e Eugénio Amorim). Em complemento curricular, por um lado, participou em diversos seminários multitemáticos com personagens impares no panorama musical nacional e internacional como: Virgílio Melo, Paul Burg, Pedro Oliveira, Emmanuel Nunes, Cândido Lima, António de Sousa Dias, Mikael Laurson. Por outro lado, tem um conjunto diversificado de colaborações performativas, a destacar:a Orquestra Sinfónica Juvenil, a Orquestra do Norte, a Orquestra da Fundação Calouste Gulbenkian e o Coro de Câmara de Lisboa.

A partir do Mestrado em Composição e Teoria Musical (ESMAE–Porto, 2013), tende a convergir para o universo “Banda e suas repartições” uma grande parte da suas vontades e crenças. Contudo, a produção composicional impõe-se numa diagonal da orquestra ao coro, da música de câmara à eletroacústica e a música para teatro, incorporando aí interpretes de grande valor artístico como as Bandas do Exército Português(Queluz e Porto), a Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana (Lisboa), a Orquestra de Sopros da Escola Superior de Música de Lisboa, a Banda Sinfónica Portuguesa, a Basorchester Südwind (Alemanha), a Orquestra Calouste Gulbenkian, a Orquestra da Casa da Música (Porto), os Almost6 (ensemble de trompetes de Lisboa), o OboéFagote Ensemble, Nuno Silva (clarinete solista da Orquestra Metropolitana de Lisboa), Jorge Almeida (trompete principal da Orquestra Sinfónica Portuguesa), Nuno Pinto (professor de clarinete na ESMAE –Porto), Horácio Ferreira (clarinete), Gil Magalhães (professor de flauta transversal na Universidade do Minho –Braga), entre outros.

A proximidade ao universo banda, possibilitou a realização de vários projetos musicais, como “Bandas em Manobras –2011”, este, resultante da parceria do Serviço Educativo da Casa da Música/Porto e das Manobras do Porto/Porto 2.0, no qual foi co-autor e responsável pela curadoria. A edição em 2012 do CD do concerto ao vivo <almost6 –sopros em laboratório>, uma produção repartida entre o quinteto de trompetes Almost6e Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana–Lisboa, permitiu a fixação no tempo de algum do seu repertório para banda.

No mesmo ano, foi conferencista com o tema “Sinfonia Breve Nº1 de Álvaro Cassuto”: apontamentos sobre uma versão para banda, na 20ª Conferência do IGEB/Coimbra (International Society for the Research and Promotion of Wind Music-Áustria) organizada pelos institutos de investigação ligados à Universidade de Coimbra e a Universidade Nova de Lisboa, mas também, no 1º Estágio de Orquestra de Sopros da Academia de Música “em Diálogo” (Monsul –Póvoa de Lanhoso) com o tema “BANDA: práticas de repertório”. Em 2017, no Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas | Universidade Nova de Lisboa, como conferencista convidado, apresentou o tema “Banda vs outras áreas performativas” no âmbito do colóquio: “Bandas e música para sopros: (re)pensar histórias locais e casos de sucesso”. Nos últimos dois anos(2018 e 2019), nas comemorações do aniversário da Banda Musical de S. Pedro da Cova, integrou os vários painéis de oradores para os temas: (1) “As práticas de repertório das bandas em Portugal, da segunda metade do século XIX até aos dias de hoje”, e (2) “a influência da revolução liberal e do liberalismo nas bandas comunitárias”.

Em três concertos comemorativos do Dia do Comando do Pessoal do Exército Português (19NOV15,29NOV16e 21NOV17) realizados na Casa da Música –Porto, foi o responsável pela curadoria, composição e arranjo musical, resultando daí partilhas artísticas da Banda do Exército Destacamento do Porto com os Galandum Galundaina, a Orquestra de Bandolins de Esmoriz, os Canto d`Aquie com os John Wesley Harding. Porém, é em 2009 que o princípio artístico anteriormente descritos e inscreve como o primeiro exemplo, mas com outros intervenientes: Corvos e Banda Sinfónica do Exército (Queluz), concertos de estreia que se realizaram a 30 e 31 de janeiro, no Centro Cultural Olga Cadaval (Sintra). No mesmo âmbito: a Banda Musical do Pontido com os Basic Black(2017) e com os Al Medievo(2019).

Desde 2013, é o diretor musical e maestro titular da Banda de Música da Associação de Cultura Musical de Lousada, e desde 2017, colabora regularmente,como maestro,com a Orquestra de Santo Tirso.

É membro da “The International Military Music Socitey (IMMS)”.